Visita ao MOA

MOA ou Museum of Anthropology de Vancouver fica dentro da UCB, a renomada universidade daqui. A região em que a universidade fica é lindísssima, na ponta de Vancouver, de frente para o mar. O campus é enorme,tem ruas, avenidas, onde fica este museu.

Ir à um museu de antropologia é visitar o modo de vida no passado. Os costumes, as roupas, os transportes, as artes…tudo ali, expondo como os povos viviam antigamente. E não tinha só material das antigas civilizações do Canada não…tinha também de povos da Ásia, Europa e Oceania. Achei bárbaro

Planejamos o passeio com as crianças num dia que estivesse frio. Todo mundo pergunta, puxa, tempo chuvoso, frio..não dá para fazer nada, né? Bem, aqui é preparado para este tipo de clima, então, não faltam opções para lazer, como este por exemplo.

Beatriz adorou. No museu tinham várias esculturas, roupas, antiguidades, bijuterias, que ela amou. Nicholas acabou ficando mais no carrinho (ai medo de ele sair correndo e quebrar alguma coisa….), mas também planejamos a visita numa horinha que ele tirou o cochilo da tarde, então foi perfeito.

Durante a visita, parada para almoço; levei o “farnelzinho” das crianças…preferi pois não sabia se lá na cafeteria do museu ia ter alguma coisa que eles gostassem  (embora eles comam de tudo) e fosse saudável. Acabei levando sanduíches de casa para mim e o Saulo também. Picnic no museu.

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Pumpkim Patch

Autumn. Fall. Outono. Thanksgiving. Halloween. Época de abobóras, certo?

A escola da Beatriz realiza umas pequenas excursões (field trips) e desta vez foi a Pumpkim Patch. As crianças passaram uma manhã numa fazenda e colheram abóboras. Como essa excursão tinha que ter um pai (ou mãe tb) junto para levar até lá, etc. o Saulo matou o trabalho e foi com ela na Rondriso Farm. Além de colher abóboras, eles tem palestras explicativas de como funciona a fazenda, deram feno para as vaquinhas, desenharam no estábulo e curtiram bastante. Olha as abóboras que eles trouxeram para casa. Ah, a  abóbora baby, Beatriz falou que trouxe especialmente para o Nicholas!

ps.: Muito legal é que no dia seguinte, as crianças fizeram pumpkim carving na escola; a professora abrir a abóbora, eles enfiaram as mãos e colheres para tirar as sementes e deixar o interior vazio e fizeram aquelas carinhas nas abóboras.

English Composition

Genteeeemmm, sumi não, tá? Vou voltar a postar hoje, é que estou numa jornada, virando noites para tentar fechar o semestre da faculdade (Penn Foster College, Graphic Design)  até o final do mês. E acreditem, a última matéria que deixei para fazer está me dando mais trabalho que todas as outras juntas…também pudera, faz parte da grade, e é a matéria mais nada haver comigo.English Composition. Já pensou, um cursinho de redação (só o livro da matéria tem 800 páginas e lá vai fumaça), só que em inglês? Tenho que submeter uma redação como exame da faculdade a cada final de capítulo. Tô levando uma coça….

Jantar na Ana e Daniel

Um casal de brasileiros muito bacana que conhecemos aqui (numa de nossas idas ao Woonock Lake), pais do Lucas e Amanda, nos convidou para ir jantar na casa deles. A Amanda nasceu no mesmo dia da Beatriz! Só que um ano antes. Elas adoram brincar juntas, e engraçado que ela fala pouco português (filha de brasileiros, mas nasceu e sempre morou no Canada). Quando estão juntas, a Beatriz se esforça no inglês com ela e ela se esforça no português com a Beatriz. Um barato escutar o diálogo das duas!
O Daniel tem uma máquina de Fliperama na casa dele e baixou todos os jogos possíveis e imaginários. Saulo ficou maluco quando viu Moon Patrol! Tinha tudo do velho Atari! Olha a foto do brinquedinho:

Biblioteca da semana passada

Depois de 3 longos meses após me cadastrar na Biblioteca Municipal – período no qual todos os novos associados podem retirar apenas 10 ítens por vez – fui autorizada a poder pegar 50 ítens por vez. Gente, é muita coisa, né? Logo eu, viciada em livros, revistas e filmes…acabo trazendo para casa mais do que posso ler e assistir. Isso porque tento renovar tudo a cada semana. Com filhos, marido, casa, trabalho e estudo online, cadê o tempo para tudo isso? Mas não tem jeito, lá vem eu de novo com minha recycled bag cheia de material da biblioteca. Anyway, as crianças adoram; também pego filmes para eles, livros. Saulo agradece: eu gasto meu tempo selecionando e reservando (dá para fazer online também, no site da biblioteca) os livros ou filmes de interesse dele.

Segue a lista da semana passada:


Adorei os dois livros da Nina Garcia. Saulo achou muito show o livro sobre Barbecue do Adam (amiguinho do Jamie Oliver) – uma forma rústica de preparar churrasco. Esse livro das princesas da Disney foi o que mais encantou a Beatriz até hoje; ao invés de contar as histórias – que ela já tá careca de saber – detalha as roupas e vestidos que elas usam, as casas ou castelos que moram, falam sobre os personagens. Livro básico de receitas de Slow Cooker (estou me aventurando…). Revistas de moda. Básico. Revista People só sobre o casamento do William & Kate – fotos dos bastidores, cobertura mais que completa. Ítem de colecionador. Revista de Parenting. Filme maravilhoso: Julie&Julia, vale à pena. DVD do Bambi e Elmo (Nicholas está amando o Elmo!). Um filme que eu estava louca para que Beatriz assistisse: ET! E rever também, claro. Ela ficou com os olhinhos cheios d’água quando o ET foi embora… Livro de Ballet, Beatriz escolheu na Biblioteca. Ah, e um só de festinha preparada para meninas: fotos de mesas arrumadas com cupcakes, as meninas vestidas de princesas, um graça.

Cineminha

Programinha de sábado chuvoso: levamos as crianças para assistir Rei Leão em 3D no cinema. As salas deste complexo de cinemas aqui são bem parecidas com qualquer Cinemark ou UCI do Rio, com algumas excessões: tem uma área de playground e várias lanchonetes só do cinema, e dentro das salas tem lugar para cadeirantes (também usado para carrinhos de bebê). Perfeito, pois o Nicholas ainda não sossega na cadeira, e amarrado no carrinho fica bem mais civilizado. Tinha que ver nosso molequinho com o óculos 3D. Ele já foi ao cinema comigo, mas era bebê e dormiu no colo. Agora, com 1 ano e meio já dá para assistir e se divertir. Assim que entramos na sala de cinema, o filme já estava começando. Acho que a tela era tão gigante para ele (e com os óculos 3D então que tudo parecia mais perto) que ele ficou encantado. Não desgrudou o olho do filme na primeira meia hora. Juro! Nem para comer a batatinha frita que eu comprei para disfarçar das pipocas que ele obviamente não ia comer (e se engasgar). Pena que eu não tirei foto da cena (flash dentro do cinema não dá, né?).